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Leonardo Dias defende liberdade de expressão ampla para a imprensa e faz críticas à CPI


No retorno das sessões ordinárias da Câmara Municipal de Maceió (CMM), o vereador Leonardo Dias (PSD) utilizou seu tempo de pronunciamento para defender as liberdades de expressão de imprensa e de escolha. O tom do discurso do edil foi de defesa das garantias individuais.


Nesse sentido, Dias ainda criticou a postura do senador alagoano Renan Calheiros (MDB), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 (CPI da Covid). Leonardo Dias destacou que o senador alagoana se utilizou da posição de relator para pedir a quebra de sigilo de veículos de imprensa que têm lhe criticado.


O vereador classificou como uma afronta à liberdade de expressão. "A liberdade de imprensa foi atacada. O senador Renan Calheiros pediu a quebra de sigilo de empresas de comunicação desde 2018, mesmo com a Covid-19 tendo começado em 2020 no Brasil. Pediu a quebra de sigilo da Rádio Jovem Pan e de portais de direita, que ele não concorda e considera antidemocrático, como Terça Livre, Brasil Paralelo e outros. Foram meios de imprensa listados para quebra de sigilo. Eu jamais concordaria com perseguição a qualquer veículo de comunicação. Quem se sentir injuriado, que busque a Justiça para que esta decida o melhor caminho", colocou o parlamentar.


Leonardo Dias também foi enfático ao defender a liberdade de escolha dos cidadãos maceioenses e alagoanos com relação a obrigatoriedade da vacina. Ele foi solidário com os funcionários do Governo Estadual que estão sendo perseguidos e correm riscos de serem exonerados. “Eu sou favorável à vacina, eu me vacinei e todos na minha família se vacinaram. Defendo que as pessoas se vacinem, mas respeito a liberdade daqueles que não querem. Não se pode endossar uma perseguição que faz com que as pessoas sejam coagidas por medo de perderem os seus empregos, como tem ocorrido com o funcionalismo público”, colocou.


O vereador, ao falar sobre as liberdades, destacou as manifestações em favor do voto auditável, ocorridas em diversas cidades brasileiras no domingo passado, dia 1º de agosto. "Milhões de pessoas foram às ruas em busca de liberdade para pedir o voto auditável. Mais do que se discutir o tema, muito se fala sobre retrocesso, quando sabemos que não há nada disso. Queremos a certeza de que a pessoas que votou teve seu voto computado no candidato em que ela escolheu. O que queremos é confirmar que o voto é verdadeiro. Eu sou analista de sistemas e nunca pensei que pudesse haver fraude por causa da importância das eleições, embora tecnicamente seria muito fácil de alterar duas linhas de programação e computar o voto para uma pessoa que não é a que aparece na foto. Diante da reação do Sistema e de nossas autoridades, eu tenho sérias dúvidas se existe fraude. O brasileiro despertou e não vai mais dormir", concluiu.

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