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Leonardo Dias denuncia possíveis irregularidades nos pagamentos dos precatórios do FUNDEF


O vereador Leonardo Dias (PL) pedirá esclarecimentos ao Ministério Público de Alagoas (MPE) e à Secretaria Municipal de Gestão (SEMGE) sobre tweets publicados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (SINTEAL) com relação a possíveis irregularidades nos pagamentos dos precatórios do FUNDEF para os profissionais da Rede Municipal de Ensino que aderirem à causa da entidade junto a um escritório de advocacia.


Dias ressaltou que a prática do sindicato não é necessária, uma vez que os trabalhadores já estão contemplados por lei aprovada no congresso nacional. Segundo publicação do SINTEAL, os profissionais que não assinarem o termo de adesão, ficará de fora da folha de pagamento de maio.


"O Sinteal é responsável pelo escritório contratado para a ação relacionada aos precatórios de Maceió. Assim, buscamos garantir que o máximo de pessoas que assinaram o termo de adesão sejam contemplados já na folha de maio, independentemente de sua filiação ao sindicato. Por motivos operacionais, não há como viabilizar todos. Estão sendo priorizados por ordem de chegada das assinaturas. Queremos tranquilizar a todos: ninguém que, legalmente tenha direito e assinou o termo de adesão com o nosso escritório, ficariam de fora", diz o tweet da entidade sindical.


Após ser alertado pelos professores sobre a publicação, Dias anunciou que irá procurar os órgãos competentes para apurar a legalidade da postura adotada pelo sindicato e pela SEMGE. O vereador defendeu que os valores sejam pagos indiscriminadamente a todos os profissionais que têm direito.


“Eu já questionei o MP sobre esse tweet. O Município não pode priorizar pagamento por escritório de advocacia. Se for necessário fazer um escalonamento, que seja por idade ou algum outro quesito que contemple a todos. Eu irei procurar o Ministério Público para garantir que todos os professores recebam seus precatórios, independente se acionaram ou não escritório de advocacia. Eu só quero que o dinheiro que lhes é de direito chegue às mãos deles”, concluiu o edil.

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